uma coisa eu sei que posso afirmar...
amar não é pra quem quer não... é pra quem agüenta.
por hoje é só... amanhã eu volto com mais gás.
é engraçado como a vida dá voltas...
cá estou eu, praticamente 3 anos depois de, bem dizer, abandonar esse blog, deixá-lo às moscas jogado na sarjeta, volto a escrever aqui. e sabem por quê? os que me acompanham a mais tempo devem lembrar de quando, no passado, eu escrevia coisas do tipo "dor de cotovelo é a melhor inspiração e blá blá blá...". pois é, a dor de cotovelo vai e vem, mas o drama continua sempre aqui, firme e forte. hehehe
bem, depois da breve introdução, acho que posso entrar em algum tema mais elaborado.
como alguns dos 7 leitores deste blog devem saber, eu penso muito sobre assuntos "de pouca importância para a sociedade". então, como de costume, um dia desses estava pensando sobre como nós vivemos e convivemos com pessoas que na verdade não conhecemos ou conhecemos menos do que pensamos conhecer. pessoas que atuam e usam máscaras diante de outras diariamente, as vezes a vida inteira.
um dia desses, um amigo perguntou a mim e a outro amigo nosso se conhecíamos ele a fundo. a resposta àquela pergunta me pareceu tão pateticamente óbvia que não acreditei na pergunta, mas nos milissegundos que seguiram eu percebi que não fazia a menor idéia de qual seria a resposta adequada.
nos instantes seguintes, um silêncio tomou conta do ambiente. a tensão entre os três crescia a cada segundo de silêncio e por um momento pensei que realmente não o conhecesse.
foram os flashes de situações vividas, conversas e discussões que me fizeram perceber que ele não fazia parte desse grupo de conhecidos desconhecidos.